O centro de planejamento não conhece o seu paciente. Tudo que ele sabe é o que você enviou — e é por isso que envio incompleto vira ida e volta de mensagens, com o caso parado no meio.
Os dois conjuntos de dados
- Tomografia (DICOM) — a pasta completa, compactada. Ela mostra o osso disponível e a relação com as estruturas.
- Escaneamento (STL) — a superfície, que dá o apoio e a referência dos dentes presentes.
Um mostra o osso, o outro mostra a superfície. O planejamento nasce da combinação dos dois — por isso raramente basta enviar um só.
As informações que precisam ir junto
- O que você pretendeQuantos implantes, em que regiões, com que finalidade protética.
- O contexto do casoSituação atual, histórico relevante, limitações conhecidas.
- O tipo de guia desejadoIsso muda o que precisa ser capturado e como a guia será apoiada.
- PrazoPara que o planejamento entre na fila com a expectativa correta.
O que costuma faltar
- Pasta DICOM incompleta — enviada pela metade, ou só algumas imagens em vez do volume.
- Escaneamento com falha — buracos na captura que só aparecem quando alguém gira o modelo. Confira antes.
- Antagonista — necessário em boa parte dos fluxos, e frequentemente esquecido.
- Objetivo protético — sem saber o que vai ser reabilitado, o planejamento fica no escuro.
Abra o escaneamento e gire o modelo procurando falhas. Abra a tomografia e confirme que ela está completa e é do paciente certo. Cinco minutos aqui evitam dias de atraso.
Checklist do envio
- Pasta DICOM completa, compactada
- Escaneamento conferido, sem falhas
- Antagonista incluído, quando o caso pede
- Objetivo protético descrito
- Contexto clínico do caso
- Arquivos nomeados com paciente e data
- Minha cópia guardada na pasta do paciente
Pare de depender dos outros para tarefas simples
STL, DICOM, os principais softwares, organização de arquivos, comunicação com laboratório e radiologia — tudo na prática, do jeito que a odontologia digital realmente funciona no dia a dia. Recebeu. Abriu. Resolveu.
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